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© 2000 Helder da Rocha

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NotÌcias: O site está em reforma (estou integrando blog, Twitter, etc. mas não está pronto). Os links ao lado são antigos. Veja informações mais atualizadas nos links do Twitter e Facebook, acima.

Coisas escritas

07.12 Succubus (conto)
      (...) Ela me chamava de Sol. N„o tinha pensado nisto. Mas como ela parecia lunar! Tinha uma luz azul, clara, suave. Me seduzia da forma mais sutil e preenchia todos os horizontes. Me tirou do meu cubÌculo e me trouxe para este universo vasto e sem limites. (...)

02.12 Vista o corpo de espinhos (artigo)
     Domingo (amanh„) eu farei minha ˙ltima participaÁ„o como ator na peÁa Vestir o Corpo de Espinhos, que est· em cartaz no EspaÁo dos Satyros I. (...)

28.11 N„o pense mais nisso! (poema em prosa)
      (...) No inÌcio nada foi dito e nada foi realizado. Eles apenas falavam suas prÛprias lÌnguas e entendiam tudo. No princÌpio foram levados pelo vento, leves, brilhando, sem saber onde iriam se encontrar, ou se iam mesmo para algum lugar. (...)

28.11 Don't think about it! (poema em prosa)
      (...) In the beginning nothing was said and nothing was done. They just spoke their own tongues and made sense of everything. In the beginning they simply blew along, lightly, shining, not caring to ask where they were to land, or if they were actually going anywhere. (...)

24.11 Singularidades (conto)
     Na manh„ em que acordei sozinho fui despertado por um beijo gelado em meu rosto. Era o vento. (...)

14.11 A m·quina do tempo (di·logo)
     (...) … o m˙sico. Ele gira como um redemoinho atÈ tornar-se onda. Lamber· as costas atÈ inundar toda a selva rolando sobre suas praias ˙midas, em um ritmo constante, como um pulso. (...)

14.10 No meu quarto h· um anjo (sonho)
     (...)Diante da janela assisto o universo girar, e eu canto. Eu olho para baixo e n„o vejo nada, ent„o deixo que minha cabeÁa escorregue janela abaixo. Eu caio como se voasse.(...)

14.10 The end of the world (artigo)
     (...)When I finally reached the end of the world, the end of my long journey, I saw land far away in the distance. But I was on a cliff, and could no longer continue. The oceans had ceased. The land had ceased. And now I would have to look down. But there was no end down. There was only land in the distance. Only in the distance. It was unreachable. This was the end of the world. (...)

13.10 Ela se foi (carta)
     (...) Escrevo palavras in˙teis, inebriadas, numa folha encharcada, que depois lanÁarei ao mar aberto dentro desta garrafa de vinho tinto (que ainda n„o est· vazia.) Escrevo que amo, e que amei-a, que aprendi a am·-la, incondicionalmente, a am·-la de amor, e agora de saudade.(...)

10.10 In my room there is an angel (artigo)
     (...)I stand by the window watching the universe roll, and I sing. I look down and see nothing so I let my head drop, and I fall, I fly. (...)

04.10 Call me Ishmael (artigo)
     Estou lendo Moby Dick, de Hermann Melville(...)

28.09 Sobre o sentido da vida (conto)
     (...) Fui salvo por um indiano de turbante rosa, h·lito de alho, olhos enormes e um sorriso desdentado que se apresentou como Mustaf· Smith.(...)

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